Coragem. Mas coragem de que, ou melhor, para que?? Esta coragem que falo é essencial e ao mesmo tempo supérflua.
Quantas e quantas vezes não achamos sentido para nossas vidas, não é mesmo?? Mas por quê? Porque nos falta um objetivo maior, aquele objetivo que nos faz viver por aquilo, que nos dá motivação para ir atrás e conquistá-lo. Ver um objetivo alcançado é motivo de muito orgulho, é saber que depois de muito sacrifício, noites sem dormir, planejamento e estratégias, enfim chegou á conquista um sonho realizado.
Muitas vezes nos encontramos frustrados com a vida, e, geralmente por dois simples motivos: não conseguir êxito nos objetivos sonhados ou não conseguir traçar um objetivo.
Na verdade existem várias coisas nessa vida que ainda podem ser feitas, em beneficio próprio ou para um bem comum. O que falta é encontrar o que mais agrada e se enquadra melhor na sua personalidade dentro de seus desejos.
Agora chegamos ao ponto crucial. Por que esses dois motivos nos martirizam tanto? O que precisamos ter para enfrentá-los? Eis a resposta, ou melhor, três respostas, ou seja, três tipos de coragem.
É isso mesmo, coragem para mudar os rumos da vida de qualquer forma.
Coragem para ir a diante com os planos não importando o número de tropeços no caminho; coragem para recomeçar de outra forma quando tudo está perdido e enfim coragem para chutar tudo, mas tudo mesmo e dar um giro de 180º e partir pura e simplesmente para o encontro da felicidade, com liberdade total, em seu sentindo mais amplo, buscando e trazendo para perto de si um sonho de vida simples, longe de preocupações e contratempos, muito distante daquilo que a sociedade nos impõe e por muitas vezes dita regras que impedem por completo o traçado mais curto do caminho da felicidade, por muitas vezes barrando inteiramente esse encontro.
Mas é preciso lembrar sim que essa liberdade da qual me refiro ande junto com a ética. Não essa ética ditada pela sociedade e jurisprudência encontradas nos livros que dizem respeito ás leis, mas sim a ética que cada um leva dentro de si, como uma memória genética que cada ser humano leva junto consigo, ou seja, aquelas regras que se assemelham com os mandamentos de DEUS. Por isso é preciso saber o sentido mais amplo da palavra “liberdade”, e que esta ande sempre com a “ética” da qual me referi, para que esta “liberdade” não seja interpretada mal e seja confundida com “libertinagem”.
A sociedade nos impõe maneiras e muitas vezes objetivos dos quais não nos fazem felizes. A sociedade é ingrata, fofoqueira, extremamente consumista, falsa, hipócrita, melancólica, nojenta, tediosa e intenciosa, entre outros adjetivos mais...
Essa mesma sociedade que nos impõe tantas coisas é um dos principais estorvos para traçar objetivos pessoais e assim alcançar a felicidade.
O mais difícil é realmente chegar á ela. Muitas vezes nem a enxergamos e passamos raspando por ela, sendo dificultoso identifica-la.
Mas afinal de contas... o que é mesmo a felicidade?
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